sábado, 11 de janeiro de 2014

Wish It Were You – Capítulo 12

(Seu nome) narrando.
                Arrumei-me, e fiquei bastante satisfeita com o que eu vi no espelho. Tinha me arrumado no quarto de Dianna e Maddie. Tia Di estava conversando com o Tio Eddie pelo computador, ele estava trabalhando, por causa disso não pudera vir. Cara, isso é tão estranho, mas ela pediu que eu a chamasse assim.
                Passei pela sala e Dallas assobiou quando me viu passar. Dei língua para ela e fui direto para o quarto. Demi terminava de se maquiar.
- Por que a Dallas estava assobiando? – perguntou ela, sem me olhar.
- Sei lá. – dei de ombros. E finalmente ela se virou.
                Eu estava hipnotizada. Demi estava com um vestido preto, colado no busto, mas solto na cintura. Usava um batom vermelho. Eu já disse que amo vermelho? Que amo preto? E que ela estava incrivelmente encantadora?
- V-você está linda. – disse, gaguejando. Droga, tinha que me entregar tão fácil assim?
- Você está muito gostosa. – disse Demi, eu sorri. Se pudesse ver meu rosto diria que estava vermelha. – Entendi agora porque a Dallas assobiou.
- Ela tava só brincando. – disse, e vi Demi arquear uma sobrancelha. – Mas então, vamos?
- Vamos. Estou curiosa. – respondeu Demi, batendo as mãos, feito uma criança que acabará de ganhar um doce. Eu gargalhei
                Passamos na sala e Tia Di me perguntou se iríamos dormir fora. Dallas deu uma risada maliciosa. Acabei respondendo que ligaríamos para avisar. Tia Di era muito legal, e estava gostando de me ver amigas das meninas.
- Pra onde vamos? – perguntou Demi. Eu dei de ombros e murmurei um: “surpresa, baby”.
Entramos no meu caro em seguida, fomos conversando sobre coisas aleatórias.
- Posso ligar o som? – perguntou Demi, eu assenti. – Estamos perto?
- Um pouco. – disse.
E logo “Fix a heart” começou a tocar, tinha esquecido que o meu cd estava lá.
- Não. – protestei, quando Demi ia colocar na rádio. – Eu amo essa música.
Ela gargalhou e eu comecei a cantar, enquanto batia no volante meio que no ritmo da música.
- Eu não sabia que você cantava tão bem. – disse Demi.
- Obrigada. Sou uma garota mil e uma utilidades. – brinquei. – Sei fazer de tudo um pouco.
(...)
                Estacionei o carro na garagem. Estávamos no meu apartamento. Eu tinha ganhado fazia um tempo o mesmo do meu avô. Bruno me ajudou a arrumar as coisas, encomendar comida, e a comprar uma coisa para Demi.
- Vou te mostrar o meu apê. – disse, rindo.
- Você vai me sequestrar? Já sei... Você vai abusar do meu corpo? – brincou Demi, enquanto estávamos no elevador.
- Você acabou de me dar uma grande ideia. – disse. – Vou te fazer de minha escrava sexual. – sussurrei essa ultima parte próximo ao ouvido dela.
O “ding dong” do elevador soou, e eu sai andando. Vi que Demi ainda estava parada, com a respiração falha.
- Você vem? – perguntei e ela assentiu.
Abri a porta e acendi as luzes. Chamei Demi para a ala externa da cobertura. Lá estava arrumado. Tinha uma mesa, velas, pétalas de rosa. A iluminação da piscina dava um aspecto mais romântico ao ambiente.
- Isso está lindo. – disse Demi. – Você arrumou tudo isso sozinha?
- Claro que... – fiz um suspense. – Não.
Demi riu, jogando a cabeça para trás. Puxei a cadeira para que ela sentasse e assim ela fez, seus olhos brilhavam.
- Vou buscar a comida. – disse. Encontrei o cozinheiro que Bruno tinha contratado na cozinha. Estava tudo pronto. Ele levou a comida para a mesma e logo foi embora.
- Peru? – perguntou Demi, rindo. – Eu amo peru, eu só como peru.
- Eu sei... – disse, rindo, mexendo no cabelo. Eu estava nervosa.
Comemos conversando e assim que terminamos um silêncio se instaurou ali, até que eu o quebrei.
- Demi... – a chamei, e ela me encarou sorrindo. – Eu não sei como falar isso, e sinceramente, acho que nunca fui boa com as palavras...
Ela colocou a mão em cima da minha, como se oferecesse apoio.
- Isso pode parecer muito recente pra você, mas pra mim não é. Eu sonho com você desde o dia que eu vi pela primeira vez. A partir daí, comecei a procurar em todo lugar que existe, sobre uma tal de Demi Lovato. Comprei CDs, livro, assisti The X Factor, Glee. – disse, e fiz uma careta ao lembrar-me do beijo dela com a Naya. Eu tinha ficado com ciúmes sim. – Todos os boatos que você estava com Wilmer, Joe, Logan e até mesmo o Nick. Foi ai que eu notei que eu estava gostando de você, mais do que fã. Fazia planos e planos para te encontrar. E um dia você aparece na minha casa... Fim! Ali eu tive toda a certeza. Certeza que eu amava tudo em você, que era amor de verdade, que eu perdia a fala quando você estava perto, que com um sorriso seu o meu mundo ganhava cores. Notei tudo. Notei mais ainda ontem, quando eu, sinceramente, achei que eu fosse ter um ataque de ciúmes. Mas eu não podia, porque você não é oficialmente nada minha, quer dizer, fora minha prima.
Demi me encarava sem falar nada. Eu estava para ter um ataque cardíaco. Estava preparada pra tudo, menos para o silencio dela. Já fazia milhares de cenas na minha cabeça, quando eu vi ela se levantar e sentar no meu colo.
- Então... – comecei.
                Demi tomou os meus lábios em um beijo, um beijo calmo, diferente de todos os outros que tivemos. Um beijo apaixonado? Pedi passagem com a língua e ela cedeu, explorávamos cada canto da boca da outra, um beijo doce. Separamos por causa da falta do ar. Continuei de olhos fechados.
- Eu acho que também estou gostando de você dessa forma. – disse Demi. Eu abri os olhos, e ela sorria. – É realmente bem cedo, mas você mexeu comigo de uma forma inexplicável garota.
                E dessa vez quem iniciou um beijo foi eu, dessa vez um mais sedento, quente. Os lábios dela eram macios, viciantes e muito bom. Levantei, ainda sem quebrar o beijo e caminhei para o sofá.
- Não me derruba. – murmurou Demi, entre o beijo, enquanto prendia suas pernas na minha cintura.
                Coloquei Demi no sofá e deitei em cima dela, sem quebrar o beijo. Separamos por causa do ar, comecei a beijar o seu pescoço. E o clima estava esquentando, a blusa que eu usava voara pra um lugar qualquer. Tinha sido tirada por Demi e eu pouco ligava.
- Você tem certeza? – perguntou Demi.
Parei com os beijos e a encarei.
- Sim, eu tenho.

NA: Você disse que não ia poder postar todo dia Gaby, é gente eu disse. Acontece que eu vou ficar uns dois dias sem net e eu já tava com esse capitulo pronto... Então resolvi postar. Preparada (seu nome) para a primeira vez com a Demi? 

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Wish It Were You – Capítulo 11

(Seu nome) narrando.
                Cada um foi para os quartos indicados. A bagunça continuou lá embaixo. Eu não ia conseguir fugir por muito tempo da Larissa, ela ia surtar quando soubesse que eu estava “ficando” com a Demi.
- Você está brava? – perguntou Demi, depois de um tempo em silencio. Já estávamos no quarto.
- Hum... Tem essas roupas para você vestir. – disse, mudando de assunto. – E o banheiro é ali.
- Obrigada. – disse Demi, dando um sorriso forçado.
                Demi foi para o banheiro. Respirei aliviada, a verdade é que sim, eu estava chateada. Mas não tínhamos nada, ainda. Deitei na cama e me ajeitei lá. Peguei o celular, que eu tinha colocado na mesinha do lado da cama, e mandei uma mensagem para o Bru, dizendo para ele me encontrar às oito da manhã. Rodrigo aquele horário já devia estar acordado, então eu falaria com ele e pediria para ele cuidar das meninas.
- Tomara que der tudo certo. – disse, em voz alta. Repreendi-me mentalmente em seguida, a Demi podia ter escutado.
                Minutos depois ela volta para o quarto, já de banho tomado, e, vestida. Mordi meu lábio inferior, aquela roupa tinha ficado perfeita nela. Aquelas curvas, aquela bunda... Respira (seu nome).
- (Seu apelido)? – chamou Demi, me tirando do transe que me encontrava.
- Oi? – perguntei.
- Nada... – disse Demi, deitando ao meu lado. – Você ainda não me respondeu... Ta brava?
Droga, merda, e todos os outros xingamentos que existem no mundo. Ela tinha que lembrar? O que eu ia falar?
- Não, era só uma brincadeira, lembra? – menti. Droga.
- Anham. – concordou ela, um pouco triste.
- Vou dormir, até amanhã Demi. – anunciei, me virei para o outro lado.
- Boa noite. – respondeu Demi, me abraçando por trás. Sentia-me estranhamente segura assim. – Desculpa. – disse ela, sussurrando, enquanto roçava o nariz no meu pescoço.
Arrepiei-me com o toque. Será que ela sabia o poder que tinha sobre mim? Ela era capaz de me enfeitiçar com apenas um olhar, me fazer render apenas com um toque. Eu a amava. Sorri com a constatação. Dormi em meio a esses pensamentos.
(...)
“I am strong, but love is evil
It's a version of perversion that is only for the lucky people”
                Acordei com o meu despertador. Sendo mais exata com “Hit me like a man”, minha música favorita de The Pretty Reckless. Tateei o meu lado com a mão, ainda de olhos fechados. Encontrei embaixo do meu travesseiro e desliguei. Estava preparada para voltar a dormir, quando Demi se mexeu, foi quando eu lembrei... Tinha que arrumar tudo pra hoje. Olhei no celular e já eram sete e meia. Demi estava com a perna em cima da minha, os seus braços envolviam minha cintura, me puxando pra sim. Seu rosto estava perto da curva do meu pescoço, eu conseguia sentir a sua respiração. Droga, ia precisar de um banho gelado.
                Tirei a mão dela da minha cintura cuidadosamente e ela se mexeu, virando para o outro lado. Ainda bem que ela não acordou. Corri para o banheiro e tomei uma ducha rápida, peguei mais uma roupa minha que havia ali, um short jeans e uma blusa branca básica. Arrumei o cabelo em um coque.
Antes de descer olhei para Demi. Ela dormia de forma tão serena e encantadora. Eu a amava, e como amava. O jeito dela sorrir me deixava boba. Me aproximei e dei um beijo na testa dela, que sussurrou alguma coisa que não consegui entender e continuou a dormir. Fui para a cozinha cantarolando, Bru só podia estar lá.
- Isso aqui está uma bagunça. – disse, fazendo Bruno se assustar. – O Rodrigo vai ter que rebolar pra limpar isso tudo.
- Você tem razão. – concordou Rod, me abraçando. – Bom dia, pequena.
- Pequena? Pequena é uma ova, Rodrigo. – disse, e ele riu. – Mas enfim, preciso que você cuide das meninas por mim... Vou ter que sair. Quando elas acordarem leve-as pra minha casa, ok?
- Como você é mandona, garota. – reclamou Rod. Fiz biquinho. – Tá bom, eu faço isso por você. Mas você fica me devendo uma, ok?
- Obrigada, eu te amo. – disse, o abraçando. Rodrigo disse um: “sem exageros”. Separei-me do abraço. – Vamos logo Bru, para de comer.
- Ai, isso ta tão bom. – disse Bru, enquanto devorava um sanduíche.
                O puxei pelo braço e peguei uma maça. Bruno reclamou e Rodrigo apenas riu. Iríamos arrumar tudo, e se ficasse do jeito que eu imaginava, ia ser incrível.

Demi Lovato narrando.
                Acordei apalpando o lado onde (seu nome) tinha dormido. Estava vazio. Bufei frustrada. Cocei os olhos e me levantei. Fui até o banheiro e ela também não estava. Resolvi tomar um banho, vesti a roupa que ela usava no dia anterior. Era mais confortável que a  minha fantasia da noite anterior, e o melhor, tinha o cheiro dela.

- Bom dia. – disse, assim que cheguei à sala. Estavam Dallas, Rodrigo, Larissa e Abraão. – Cadê a (seu apelido)?
- Ela saiu com o Bruno. Pediu pra cuidar de vocês. – disse Rod. Olhei para Larissa, que só balançou a cabeça, como se falasse que não sabia pra onde ela tinha ido. – O almoço está chegando e depois eu vou deixar vocês em casa.
Balancei a cabeça, concordando. Estava curiosa demais para pensar em alguma coisa. E estava com ciúmes... Vai que esse Bruno desse em cima dela. Droga! Ficamos ali, todos, conversando, quer dizer, só respondia o que me perguntavam.
(...)
                Chegamos à casa de (seu nome) e Dallas foi direto pro banheiro, trocar de roupa. Ela estava com a fantasia do dia anterior. Mamãe e Maddie vieram me perguntar como tinha sido a festa... Uma espécie de interrogatório. Depois de respondidas as perguntas, fui para o quarto.
- Você não sabe pra onde ela foi? – perguntei, assim que Dallas voltou.
- Não Demi, eu não faço ideia. – disse, sincera. – Agora me conta sobre vocês.
- Sobre a gente? – indaguei e ela assentiu. – Bom... Ela é tão especial, digo, ela é tão linda, engraçada, ciumenta, fofa... Awn.
- Você sabe o que eu acho? – perguntou Dallas, balancei a cabeça negando. – Você está completamente apaixonada.
- Como? – perguntei.
- Você acabou de falar “awn” enquanto descrevia-a, e a sua cara de desespero de ontem quando ela sumiu e a Larissa contou da história da piscina... Você parecia que ia surtar. – disse.
Será que ela tinha razão? Ai meu Deus.
- Vamos mudar de assunto. – pedi e ela gargalhou.
                Continuei conversando com Dallas, mas não tocamos mais no assunto “seu nome”. Maddie se juntou a nós também, eu amava aquela pirralha.  E assim a tarde se passou. Tava começando a ficar preocupada, ela não chegava nunca.
- Cheguei. – disse (seu nome), entrando no quarto. Dei um pulo, colocando as mãos na cintura. Dallas olhava a cena divertida, enquanto Maddie me olhou assustada.
- Aonde você estava? Fazendo o que? E o melhor, com quem? – perguntei, sem nem ter tempo de pensar. Quando eu vi já tinha falado tudo aquilo, ela me olhou com uma sobrancelha arqueada e um sorriso sapeca.
- Eu estava... Vamos sair? Tenho uma surpresa pra você. – disse (seu apelido), ainda sorrindo.
- Pra mim? – perguntei enquanto a acompanhava rumo ao closet. Fechei a porta assim que eu passei. – O que é?
- Surpresa não se pode contar, mocinha. – disse ela. Fiz bico. – Não adianta fazer essa carinha.
- E se eu fizer isso...
                Aproximei-me dela, e a puxei pelo braço, fazendo nossos corpos colidirem. Ela fechou os olhos e sorriu. Dei um selinho no canto da sua boca. Logo em seguida dei um selinho demorado, que se transformou em um beijo. Ela colocou a sua mão nos meus cabelos, enquanto eu mantinha as mãos na sua cintura.
- Demi... É surpresa. – sussurrou ela, entre beijo.
                Fiz como se fosse me afastar dela, mas ela me puxou para mais um beijo. Droga, essa mulher iria me deixar louca.
- Estava com saudades disso. – disse (seu nome), quando nos separamos, estávamos com as testas “coladas”.
- Não se comam ai dentro. – disse Dallas, batendo na porta.
- Vai se lascar Dallas! – disse.
- Vamos nos arrumar, Demi. – (seu nome) me chamou, enquanto pegava uma roupa a sua frente.
- Ok. – murmurei.

NA: Amores, i'm back. Tava com um bloqueio chato. Desculpa ter sumido, enfim, espero que ainda estejam ai e me desculpem. Provavelmente não vai dar pra postar todo dia agr tbm, mas prometo não demorar. Beijos :*

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Wish It Were You – Capítulo 10

(Seu nome) narrando.
                Larissa nos levou para a sala de costume. Estava todos lá, Dallas, Rodrigo, Bru, Abraão, namorado da Lari, e mais alguns amigos. Sentamos na roda onde eles estavam. Lari sentou do meu lado esquerdo e Demi do direito.
- Só avisando que eu não vou ficar nua dentro da piscina de madrugada. – disse, e eles riram.
- Daria tudo para estar nessa piscina com você. – disse Demi, no meu ouvido, para que só eu escutasse. Me arrepiei.
- Vamos começar logo? – perguntou Bru, enquanto me encarava. Ele estava desconfiado.
- Vamos. – concordamos em uníssono.
                Explicamos o jogo para Dallas e Demi. Primeiro jogávamos consequência e depois, na sorte, escolhíamos um homem e uma mulher, e, o resto do grupo fazia o que queria com eles ou com um deles. Rodrigo girou a garrafa de Vodca seca e caiu na Lari.
- Hum... Larissa e Abraão, sete minutos para vocês na despensa. – disse Rodrigo. Eles se levantaram sorrindo e foram para lá.
- Só não quero escutar gemidos. – brincou Bruno, fazendo todos rirem. – Vamos continuar.
Bruno pegou a garrafa e caiu em mim.
- Droga. Se você tem amor à vida não vai fazer nenhuma besteira, ok? – disse, ou melhor, ameacei.
- Você tem que dar um beijão na Dallas. Tem que se pegar de verdade, eu quero ver faísca. – ele disse, eu ri. – E nem adianta vim com desculpa.
Encarei todos no circulo. E agora?
- Gostei disso. Vem cá. – chamou Dallas. Olhei para Demi e ela balançou a cabeça, como se falasse que não tinha problema.

Demi Lovato narrando.
                (Seu apelido) se levantou e caminhou até Dallas, sentou no colo dela e começaram a se beijar. Comecei a olhar para todos os lugares possíveis, menos para elas, não queria ver isso. Mas não consegui e acabei vendo o beijo. Droga, mil vezes droga. Que brincadeira idiota.
- Ei, já ta bom. – disse, e elas nem escutaram. Levantei-me e separei as duas. – Eu já disse, ta bom. Já deu.
- Desculpa. – sussurrou (seu nome) para mim, enquanto voltávamos a nos sentar. Dei de ombros. – Ei não fica assim, é só uma brincadeira.
- Você gostou. Você quase não saia de cima dela. – vociferei, no mesmo tom que ela, só pra que ela escutasse.
                A brincadeira continuou, Larissa e o namorado voltaram depois de Rodrigo ir chamá-los. Estava brava com (seu apelido). Não era para estar, eu sei, mas aquela menina mexeu comigo de uma forma inexplicável. Eu só a conhecia fazia três dias, isso era loucura.
                (Seu nome) já estava apenas de short, o resto da roupa tinha voado tempos atrás em um desafio. Eu também estava sem blusa, assim como a maioria. Tinha alguns que já estavam apenas de roupas intimas.
- Quem vai ser os escolhidos? – perguntou Bruno.
- Rodrigo e Demi. – falaram o resto em uníssono, com exceção de (seu nome).
- Não concordo com isso. – (seu apelido) disse. – Ela... Ela é novata nisso, ela não pode ir.
- Eu quero ir. – disse, e ela me encarou com os olhos semicerrados. – Como você disse, é só uma brincadeira. – sussurrei essa última parte para ela.
- Você... Eu não acredito. – disse (seu nome). – Eu não vou jogar.
- Caralho (seu nome), pra que isso. Você sempre jogou esse jogo e sempre foi a mais safada de todos nós. – disse Abraão. Como assim a mais safada?
- Mas eu não quero jogar dessa vez. – disse ela, dando de ombros.
- Então vamos logo. – disse Dallas. Vi (seu nome) ir para um lugar mais distante, com o celular nas mãos.

(Seu nome) narrando.
                Sentei um pouco distante deles, peguei meu celular e fui mexer no twitter, fazia tempo que não entrava lá. De onde eu estava vi Demi sentar em uma cadeira e Rod em outra. Bruno me olhava como se quisesse ler minha alma.
- Ai meu Deus. – sussurrei, vendo um garoto passar a mão no rosto dela.
Encarei o chão em seguida. Tinha lágrimas nos meus olhos, mas eu não ia chorar. Não ali, não na frente de todo mundo. Vi a minha blusa perto de onde eu estava, peguei e a vesti. Olhei mais uma vez para onde Demi estava e me arrependi em seguida, tinha um homem dando selinhos no rosto dela.
Sai de lá rapidamente, e, sem fazer barulho. Fui para o quarto onde eu costumava dormir quando ficava ali. Entrei e tranquei a porta, as lágrimas que antes foram barradas saíram. Sinceramente, eu achei que fosse desidratar. Fui jogando minhas roupas e sapatos pelo caminho até o banheiro.
                Tomei uma ducha demorada e eu continuava chorando. Droga. Não tínhamos nada e como eu disse, era só uma brincadeira. Estava ficando maluca, era isso, maluca. Vesti uma das minhas roupas que tinha lá e deitei na cama, pronta para dormir.
- Abre isso aqui agora. – berraram, era Bruno.
- Me deixa dormir Bruno Fernandes. – reclamei. Sim, eu estava com raiva.
- Porra ta todo mundo louco atrás de você. – disse Bruno. – Abre a porta.
                Bufei, levantei enrolada no lençol e abri a porta para ele. Assim que ele entrou, eu voltei a trancar. Sentamos na cama.
- A Larissa pulou dentro da piscina achando que você tinha tentado se matar afogada como da ultima vez. – disse Bruno.
- Eu estava bêbada da outra vez. – disse, dando de ombros.
- Não importa... - ele disse. – O que esta acontecendo entre você e a Demi?
- Não sei. – disse. Colocando a cabeça no colo dele. – Eu... Eu acho que eu a amo.
- Me conte uma novidade. – disse Bruno. O encarei. – Estou brincando, não me olhe assim. Eu sempre soube que você gostava dela. Seus olhos brilhavam quando você escutava o nome Demi Lovato. E não vou nem falar dos seus surtos por causa dos “namorados” dela.
- To com medo, Bru. – admiti.
- Não precisa ter medo. Eu aposto que ela sente a mesma coisa por você, afinal que não sentiria... Você é maior gata, com todo respeito. Você tem que conversar com ela. Para amar devemos arriscar, ter coragem... E eu sei que você tem isso de sobra.
- Ai meu Deus! Para tudo, o Bru ta filosofando. Deixa só eu pegar meu celular pra filmar. – brinquei e ele fez cara de ofendido. – Você tem razão Bru. Vou precisar da sua ajuda.
- Eu sei, eu sei... Vou lhe ajudar com o que precisar. Agora vamos lá embaixo, quando eu saí de lá estavam todos, inclusive a Demi, loucos atrás de você. – disse Bruno e eu assenti.
                Antes que eu pudesse trocar de roupa ele me puxou. Peguei o lençol e enrolei mais no meu corpo, eu estava de roupa de dormir. Larissa assim que me viu pulou no meu colo. Ela realmente tinha pulado na piscina e estava toda molhada.
- Não acredito que você pulou na piscina. – disse, rindo. Ela me encarou seria. – Por isso que eu te amo vadia, pode contar comigo sempre.
- Eu sei. – disse Lari, saindo de cima de mim. - Eu achei que a Demi fosse ter um ataque cardíaco mesmo.
- Oi? – perguntei, finalmente olhando para Demi.
- Ela estava preocupada. – disse Dallas. – E me contou umas coisas, vocês estão me devendo cinquenta pratas.
- Você... – comecei a falar. Mas ela me interrompeu.
- Sim, eu falei. – disse Demi, me abraçando em seguida. – Você me deu um susto. Desculpa pela brincadeira, eu acho que fiquei com ciúme de ver você beijando a Dallas e acabei agindo por impulso. – sussurrou ela.
- Mas porque você está enrolada em um lençol? – perguntou Rodrigo.
- Eu to só de roupa de dormir. – disse, saindo do abraço de Demi.
- Falando em dormir... Eu to com sono. Vamos dormir, (seu apelido)? – perguntou Lari. Eu sabia que ela queria saber mais sobre essa minha crise de “ciúme”.
- Sinto muito querida, mas vou dormir com a Demi. – disse, e vi Demi sorrir. – Da ultima vez eu acordei no chão, você se mexe demais vadia.
- Você vai me trocar? – perguntou ela, fazendo bico.
- Vamos dormir juntos. Deixa a (seu nome) ter uma noite sem levar chutes. – disse Abraão. Sussurrei um “obrigada” para ele, rindo.
- Eu vou dormir com o Rodrigo. – disse Dallas. Demi e eu a encaramos.
- Pelos Deuses, só não venham gemer alto. Quero dormir. – reclamou Bruno, e eu ri. – Você também (seu apelido).
- Ops, não me mete nessa. Vou dormir como uma anja. – disse. – E você Bruno...
- Já sei, você quer a minha ajuda. E eu tenho que acordar cedo. – disse Bruno, e eu balancei a cabeça, concordando.

NA: Desculpem a demora gente. É que com esse boatos desgraçados do futuro noivado da Demi com o Wilmer eu fiquei sem criatividade. Quase entrei em depressão (eu não gosto do Wilmer, mas ok). Vcs acham muito cedo um inicio de namoro?!

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Wish It Were You – Capítulo 9

(Seu nome) narrando.
                Demi voltou a me beijar com a mesma intensidade de antes. Deitei na cama e ela deitou em cima de mim, inverti as posições quebrando o beijo com selinhos. Comecei a beijar o pescoço dela, minha mão foi parar na sua coxa. Dei leve apertadas lá. Subi a mão novamente e segurei os seus braços, prendendo na cama.
- Agora... – sussurrei, no ouvido dela. – É a minha vez.
                Fiz uma trilha de beijos do pescoço até a boca. Ela mordia o lábio inferior. Fiz como se fosse beijá-la, mas recuei.
- Me beija logo. – vociferou Demi, e eu soltei um risinho.
- Já disse que você está muito apressadinha. – disse, e lhe dei um selinho.
Sai de cima dela em seguida e me levantei da cama, escutei um gemido de reprovação vindo de Demi.
- Isso não se faz. – disse Demi, enquanto sentava na cama.
- O que não se faz Demi? – perguntei, sussurrando, com o rosto próximo da sua boca.
Antes que Demi pudesse fazer alguma coisa bateram na porta.
- Droga. – reclamou Demi, fazendo bico.
- Já estou indo. – disse, enquanto arrumava os meus cabelos em um coque frouxo. Abri a porta em seguida, era Lari. Ela estava cheia de sacolas.
                Durante o passeio ao shopping eu tinha mandado uma mensagem para ela falando da carta. Ela já tinha sido aprovada fazia uma semana. E combinamos de fazer uma festa na casa do Rod quando eu recebesse a minha resposta, que segundo ela também iria ser positiva.
- Oi Demi. – disse Lari. – Oi vadia.
Lari jogou as sacolas em cima de mim e eu as coloquei na cama.
- A primeira caixa é a sua fantasia, a segunda da Dallas e a outra é a da Demi. – disse Larissa. – Todas de meninos.
- Como assim? – perguntou Demi.
- É que a nossa festa fantasia é meio louca, meninas se vestem de meninos e meninos de meninas. – disse Larissa, e, Demi assentiu. – Agora, (seu nome), eu preciso de um vestido seu para o Rodrigo.
                Balancei a cabeça e peguei um dos meus vestidos. Escolhi o preto que eu tinha ganhado dele no meu aniversário. Entreguei para Larissa e ela saiu. Dallas apareceu no quarto em seguida, reclamando sobre a porta estar trancada e ela ter quase feito xixi na roupa se não fosse a Maddie, que lhe mostrou um dos outros banheiros da casa.
- Você é muito exagerada. – disse Demi, para Dallas.
- Não sou não. Queria ver se fosse você no meu lugar. – respondeu ela, por fim.
- Ok... Ok. Hoje temos uma festa para ir Dallas. – disse, e fiz uma dancinha estranha. Dallas gargalhou e disse que eu precisava de uma professora de dança. Entreguei a caixa para elas assim como Lari tinha ordenado e fui me arrumar.
(...)
                Pela primeira vez era eu que estava demorando em se arrumar. A roupa que Lari tinha trago era uma blusa social branca e um blazer, ambos masculinos, e pelo cheiro, eram de Rodrigo. Dentro da caixa havia instruções de como me vestir, gargalhei ao ver aquilo. Deixei os meus cabelos soltos, e cacheados. Coloquei uma maquiagem leve. E estava pronta.
- Estou pronta. – disse, saindo do quarto. Demi e Dallas já estavam na sala, arrumadas.
- Finalmente. – disse Dallas. Ela estava fantasiada de “homem de ferro”. – Uau, você está gata. Se o Rod não tivesse lá eu te pegava.
- Você também está gata Dallas. – disse, e vi Demi me encarar com os olhos semicerrados. – E você está maravilhosa Demi.
Ela estava vestida de “super-homem”. Assim como Dallas, no lugar de calça, eram saias, o que dava um toque feminino a fantasia.
- Obrigada. – disse Demi. – Vamos?
- Vamos. – respondi, sorrindo.
                Fomos o caminho todo conversando, não demorou muito e chegamos à casa de Rodrigo. Era uma grande casa. Ele morava sozinho desde que viera morar na minha cidade. Quem abriu a porta, para que entrássemos, foi ele.
- Você está uma gata. – disse, enquanto pulava no seu colo, como de costume.
- Sai de cima dele, obrigada. – disse Dallas. Separei-me dele, ele e Dallas se cumprimentaram com um beijo. Peguei na mão da Demi, puxando-a para a sala.
E lá estava o pessoal de sempre.
- Cheguei. – disse, e Bru pulou em cima de mim. – Hey, me ame menos. – brinquei.
- Caralho, eu não acredito que você vai me deixar. – reclamou Bruno. – Como eu vou viver sem você?
- Bruno, deixa de coisa. Você pode me visitar. – disse, e ele sorriu. – Eu posso até pensar em ir com você para Vegas.
E ele começou a beijar meu rosto, enquanto eu ria.
- Pode sair de cima dela, ela é minha. – disse Demi, e ele arqueou uma sobrancelha. Ri e voltei a segurar a mão de Demi, levando-a para dançar.
- Você fica muito fofa com ciúmes. – sussurrei, próximo ao seu ouvido, ainda dançando.
- Eu não estou com ciúmes. – defendeu-se ela. – É que aquele “Bru” é muito folgado. E como assim levá-lo para Vegas?
Demi ainda não sabia que a minha faculdade era nos Estados Unidos. Antes que eu pudesse falar alguma coisa, Larissa subiu na escada com um microfone em mãos. A música parou e todo mundo a olhou.
- Vou ser rápida, eu prometo. – ela disse. – Para quem não sabe o motivo da festa, eu e a (seu apelido) estamos indo próximo ano para Los Angeles, baby. Então é isso, me dêem os parabéns. Obrigada.
Larissa desceu da escada e a música voltou a tocar. Olhei para Demi e ela sorria.
- Você vai morar na minha cidade? – perguntou Demi, e eu assenti. – Você sabe que eu vou te fazer de escrava sexual, né? 
- Sou toda sua. – disse, próximo ao ouvido dela.
- Eu queria te beijar agora. – disse Demi, com um sorriso malicioso.

Demi Lovato narrando.
                (Seu nome) me puxou para o andar de cima da casa. Tinha algumas pessoas lá também, aquilo estava lotado, mas não era quanto tinha lá embaixo. Ela abriu uma das portas, e, entramos, era um quarto. E o melhor, não tinha ninguém. Estávamos sozinhas.
- Vem aqui. – (seu apelido) me chamou, enquanto puxava-me para ela. – Você tem um poder inexplicável sobre mim...
- Tenho? – perguntei, enquanto aproximava o meu rosto do dela. Ela murmurou um “anham”.
                Seus lábios eram quentes, macios, viciantes. E eu estava completamente apaixonada por ela. Pedi passagem com a língua e o beijo, que antes era calmo, se tornou sedento, veloz. Aquilo era extremamente bom. (Seu apelido) parou o beijo e me encarou por alguns segundos.
- Você acha que eu danço mal? – (seu nome) perguntou do nada. Balancei a cabeça negando, não estava entendendo nada.
- Senta ai. Vou dançar para você. – ela disse, e eu fiz o que ela pediu.
                (Seu apelido) pegou o celular e colocou uma música para tocar. Ela começou a dançar no ritmo da música. Aquilo era sexy. (Seu apelido) fez como se fosse tirar o blazer, e realmente ela tirou. Jogou em um canto qualquer do quarto. Aquilo estava esquentando. Ela dançava realmente muito bem.
- O que você está achando? – perguntou ela, sentando no meu colo. E começando a rebolar.
- Que você esta me provocando. – disse, e ela soltou um risinho.
- Eu te provocando? – ela se fez de ingênua. – Claro que não.
                Meus olhos estavam fixos em sua boca. Pude a sentir colocar a mão no meu cabelo e puxar o meu rosto ao seu encontro, nos beijamos ainda ao som da música. E a falta do ar novamente se fez presente. Ela encerou um beijo com uma mordida no meu lábio inferior.
- Acho que nós devíamos descer... – disse (seu apelido). Ela me deu um selinho e saiu do meu colo.
- Não, não quero. Vamos ficar aqui. – reclamei. Ela pegou o blazer e vestiu.
- Vamos logo Demetria. – disse (seu apelido), sorrindo. E me fazendo levantar.
- Não me chame de Demetria. – disse, e ela gargalhou. Antes de sairmos ela me deu mais um selinho e entrelaçou nossas mãos.
Descemos de mãos dadas. Larissa, assim que nos viu, correu na nossa direção.
- Vamos logo, (seu apelido). – chamou Larissa. – Hora das brincadeiras. 

NA: Eu tentei fazer alguma coisa de provocação. Então... Deu certo? Ficou do jeito que vocês imaginavam? :3

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Wish It Were You – Capítulo 8

(Seu nome) narrando.
                Acordei quase no final do dia. Abri os olhos com cuidado, afinal, eu tinha bebido e podia estar com uma bela dor de cabeça. Minha cabeça doeu um pouco, mas nada que um comprimido para dor não fizesse passar. Dallas ainda dormia. Sorri ao notar que dois braços me envolviam, Demi. Sai com cuidado dos seus braços, ela se mexeu e puxou o travesseiro para si. Não queria acordá-la. Antes de sair da cama dei um beijo na testa dela.
                Fui para o banheiro e tirei toda aquela maquiagem que ainda estava no meu rosto. E aquele sorriso não saia do meu rosto ao me lembrar da noite passada. Tinha sido tudo tão mágico, tão perfeito. E algo me dizia que aquilo era só o começo, e, eu queria acreditar nisso. Tomei um banho gelado, para amenizar a dor de cabeça e me acordar definitivamente. Sequei-me e fui para o closet me vestir, enrolada na toalha. Escolhi um short jeans e uma blusa branca, calcei meu all star. Sequei os cabelos com o secador e deixei solto. (você estava assim - só que sem a meia)
- Minha cabeça está doendo. – reclamou Dallas, acordando.
- Tem analgésico na primeira gaveta. – disse, apontei para a mesinha que ficava do lado da cama. Ouvi Dallas sussurrar um “anham”.
                Sai do quarto logo depois, minha cabeça já estava melhor. Maddie estava sentada no sofá mexendo no celular. Sentei ao lado dela.
- Então, vamos sair? – perguntei a ela, depois de um tempo.
- Para o shopping? – ela perguntou animada. Eu ri e concordei.
- Podemos ver um filme. – disse, e ela assentiu. Saiu correndo para ir se arrumar.
- Então você pretende levar minha irmã para o cinema. – disse, uma voz bem conhecida, Demi. Olhei para ela que sorria, estava agarrada com o travesseiro e ainda com a roupa do dia anterior.
- Vou sim. – disse, dando um sorriso envergonhado. É isso mesmo, eu estava com vergonha.
- Sobre ontem... – começou Demi, sentando ao meu lado.
- Tudo o que eu disse foi verdade. E isso pode até ser cedo para você, mas... Eu sempre tive esse amor por você, que eu achava ser apenas de fã, mas não é. – tagarelei, e vi Demi sorrir.
- Tudo que eu fiz foi verdade também. – disse Demi, com aquele sorriso. – Posso ir ao cinema com vocês?
- Claro. – respondi rapidamente. Muito rápido por sinal, ela riu e foi se arrumar.
                Fui até a cozinha, atrás de comer alguma coisa. Encontrei Dianna conversando com minha mãe na cozinha. Estranhei na hora. Dona (Seu sobrenome) não era de ficar em casa principalmente dia de semana.
- Bom dia. – disse, enquanto pegava um suco na geladeira.
- Não vi que horas vocês chegaram ontem. – disse Dianna.
- Não foi muito tarde, foi até cedo. – disse, realmente tinha sido cedo. Nas primeiras horas do dia de hoje. Ela sorriu.
- Estava esperando você acordar. – começou minha mãe. E lá vinha bomba.
- Pode falar. – disse, sentando a mesa. E comecei a pedir para que não fosse nada que acabasse com o meu dia.
- Chegou essa carta aqui para você. – disse ela. Eu quase voei no envelope. – Você foi aceita.
                O sorriso que estava no meu rosto aumentou. Tinha enviado algumas cartas, escondidas da minha mãe, para umas faculdades de música nos Estados Unidos. Lari fez o mesmo sendo que para moda. Peguei o envelope da suas mãos e li, eu tinha sido aceita mesmo.
- Você não tinha me contado sobre isso (seu nome completo). – disse minha mãe. Dianna a encarava sem entender.
- A senhora não iria deixar. – disse, dando de ombros. – Mas agora não tem muito que fazer, preciso só falar com aquele que se diz meu pai.
- Você não vai. – gritou minha mãe.
- Depois conversamos. – disse, enquanto terminava de tomar meu suco. Ela saiu bufando. Enquanto Dianna me parabenizava.

Demi Lovato narrando.
                Estava terminando de me arrumar quando (seu apelido) entra no quarto. Ela paralisou a me ver sem blusa. Dei um risinho e ela logo tratou de disfarçar. Foi quando eu notei a roupa que ela usava. Aquele short era minúsculo. (demi estava assim)
- Você vai com esse short? Não é melhor colocar uma calça comprida. – disse, e a vi olhar para o short, como se procurasse algum defeito.
- Eu gosto desse short. – respondeu (seu apelido).
- Então ta. – respondi, enquanto pegava a minha bolsa. – Vamos?
- Anham... – disse (seu apelido), enquanto me olhava. – Você está linda.
- Obrigada. Você também está linda, parece que vou ter trabalho hoje. – disse, e a vi arquear uma sobrancelha. – Você esta com esse short minúsculo, todo mundo vai olhar para as suas pernas.
Ela sorriu e antes que pudesse falar alguma coisa, Maddie nos chamou.
(...)
- Você parece uma criança. – disse, quando vi (seu nome) comprar quase a loja de doces toda.
- Fala sério Demi, aposto que você na hora do filme vai querer os meus doces. – ela disse, e eu concordei. – Ta vendo, eu sabia.
- Tem gente chorando ali Demi. – disse Maddie, apontando para duas meninas. – Acho que são lovatic.
- Eu as conheço. – (seu nome) disse. As meninas logo se aproximaram. – Oi meninas.
- Oi (seu nome). – disse a primeira, enquanto a abraçava. A segunda fez o mesmo.
- Então... Sabe, você podia tirar uma foto com a gente? – a ruiva perguntou para mim.
Eu assenti. Tirei foto com as duas e dei autógrafo para as duas. Elas pararam de chorar e logo foram embora. A cidade da (seu nome) era bem calma, era uma cidade pequena. Claro que havia paparazzi, tinha um que nos seguia dentro do shopping, mas não era tanto quanto os que têm em Los Angeles.
Entramos para ver o filme depois de um tempo. (Seu nome) tinha se dado muito bem com Maddie, elas pareciam duas crianças. Enquanto assistia ao filme peguei na mão da (seu nome), ela se arrepiou com o meu toque. Ficamos o filme todo assim.
(...)
- Hoje nós vamos sair para comemorar. – disse (seu apelido) para mim, assim que chegamos sua casa.
- Que tipo de comemoração? – perguntei, enquanto a seguia para o quarto. Tranquei a porta assim que entrei no quarto. (Seu nome) me encarou, assim que me viu fechar a porta, com um sorriso malicioso.
- Fui aceita na faculdade. – disse ela, sorrindo feito uma boba. – E estou com a mulher mais linda de todo o universo.
- Quem é essa mulher mais linda do universo? – perguntei, rindo. Ela se aproximou de mim e sussurrou um “você” no meu ouvido.
                 Puxei-a pela cintura, colando os nossos corpos, e a beijei. (Seu nome) colocou as suas mãos cada uma do lado do meu rosto. Fui a empurrando até a cama, ela andou sem quebrar o beijo. Sentei-a na cama e sentei em do colo dela. Separamos por conta do ar. Comecei a beijar o seu pescoço e ela gemeu quando dei uma mordida no lóbulo da sua orelha.
- Demi... – chamou ela, me fazendo parar para encará-la. – Não vamos apressar as coisas, ok?
- Ok. – disse, enquanto voltava a beijá-la.

NA: Primeiramente, desculpa gente por não ter postado ontem. É que a minha mãe ta no meu pé, segundo ela estou muito louca pela Demi. (imagina se ela sonha que eu escrevo esse imagine) Enfim, como vocês querem que seja a primeira vez sua com a Demi?? Antes que eu esqueça, feliz natal girls. :)

domingo, 22 de dezembro de 2013

Wish Were It You – Capítulo 7

Demi Lovato narrando
                Estava dançando com um dos garotos da festa. Vi (seu nome) me olhar inúmeras vezes do lugar onde estava. E eu estava gostando disso. Passei um tempo assim, até o amigo dela, que eu não lembro o nome, sair com Larissa para dançar. Despedi-me do homem que eu dançava e fui ao seu encontro.
- Você não acha que está bebendo demais não? – perguntei, enquanto me sentava do seu lado. Ela me encarou surpresa, por alguns segundos, antes de responder.
- Não. – disse (seu nome), simplesmente. – Você não devia está dançando com aquele cara não?
- Deveria, mas não estou... – disse, com um sorriso torto. Ela estava com ciúmes. – Você está com ciúmes?
- Não, não tenho motivos para ter ciúme. – ela me olhou. Balancei a cabeça, concordando tristemente. – Eu amo essa música.
                (Seu nome) começou a dançar sentada na cadeira. Pedi uma limonada para o barman, sem tirar os olhos dela. Eu estava de certa forma hipnotizada.
- Não seria mais fácil se você fosse para a pista de dança? – perguntei, enquanto ela ainda dançava.
- To com preguiça de levantar. – disse (seu nome), dando de ombros.
Ela continuou a dançar e eu comecei a dançar juntamente com ela, ali, sentada mesmo.
- Tem certeza que não quer dançar? – insisti, depois de um tempo.
- Não. – (seu nome) respondeu, voltando a dançar.
- Mas você não para de se remexer na cadeira! Seria mais logico você se levantar e dançar direito. – disse, simplesmente.
- Não quero. – disse (seu nome), fazendo bico. Caralho, que mulher birrenta.
- Vai dar uma de criança? – perguntei, arqueando uma sobrancelha.
- Me deixa em paz, ok? – disse (seu nome). – Vá dançar com aquele cara lá.
(Seu nome) fez como se fosse pedir outra bebida para o barman, mas eu não deixei.
- Ei! O que te deu hoje? – perguntou ela, fazendo cara de brava.
- Nada, só não quero aturar uma bêbada. – disse, dando de ombros.
- Não estou bêbada. – disse (seu apelido), e isso é verdade, ela não estava.
– Se não está vai ficar logo se continuar bebendo. – disse.
Ficamos um bom tempo em silencio, apenas nos encarando. Até (seu nome) falar.
- Espero que não me arrependa de fazer isso. – disse (seu apelido), me puxando pela mão e me guiando a saída traseira da boate. – Quero te mostrar um lugar.

(Seu nome) narrando
                Levei Demi para a saída da boate. Eu conhecia muito bem aquele lugar. Atrás da boate ficava a praia. Sempre gostei desse lugar justamente por isso, quando cansava de dançar vinha para cá e ficava olhando o mar. Tirei os saltos e ela fez o mesmo. Caminhamos para próximo ao mar, ficando distante o suficiente da boate, sentamos lá. Demi me encarava curiosa.
- Sabe... Eu gosto desse lugar. – disse, depois de um tempo em silencio. Ainda dava para escutar a música alta vindo da boate. – Vamos dançar?
Levantei e estendi a mão para ela, que pegou na mesma.
- Mas não tem música. – sussurrou Demi, enquanto ficávamos como se fosse dançar uma música lenta.
- Tenho meu celular. – disse, tirando o mesmo da bolsa.
Coloquei “Begin Again” da Taylor Swift (música aqui). Era a música mais lenta que eu tinha no meu celular. Começamos a dançar. Eu cantava “junto” com a Taylor. Aquele seria o melhor momento de falar, ou pra cantar. Comecei a trocar palavras da música, fazendo com que ficasse parecida com a nossa história.
- Eu entrei esperando que você não estivesse. Mas você estava lá. Eu caminho até você. E sento a sua frente. E você não sabe o quão legal é isso. Mas eu sei. – cantarolei em inglês, e para minha surpresa não tinha ficado fora do ritmo. Demi sorriu.
                A música continuou e eu continue a cantarolar, enquanto dançávamos. Estava esperando a parte que eu iria modificar novamente.
- Passei os últimos oito meses, pensando no fato de que tudo que o amor faz é partir, queimar e acabar. – cantarolei, enquanto Demi sorria. Coloquei uma mexa do seu cabelo atrás da orelha. – Mas, numa quarta-feira, na minha casa. Eu vi isso recomeçar.
Repeti a mesma modificação nos versos seguintes. Demi, agora, estava com os olhos fechados.
- Mas, numa quarta-feira, na minha casa. Eu vi isso recomeçar. – repeti, como um sussurro. Terminando a música.
                Ela continuava com os olhos fechados, com a expressão séria. Começava a me arrepender de toda a palavra que havia dito quando a vi sorrir. Demi abriu os olhos e me encarou, eles brilhavam. Se eu pudesse ver os meus olhos, diria que também estava assim.
Demi se aproximou de mim, colocando a sua mão no meu rosto. A puxei, colando os nossos corpos ainda mais. E nos beijamos. Começou com um selinho, mas logo pedi passagem com a língua. Ela cedeu. Era um beijo doce... Apaixonado. Separamos por conta da falta de ar, mordi o seu lábio inferior e dei três selinhos.
- Esse é o momento que você foge de mim. – sussurrei para Demi. Ela gargalhou.
- Não, esse é o momento que eu te agarro e fico com você pra sempre. – disse Demi. Eu sorri.
                Iniciamos outro beijo, dessa vez um beijo urgente, cheio de desejo. Demi me deitou na areia e ficou em cima de mim, sem parar o beijo. Ri entre beijo da pressa evidente dela. O beijo foi mais calmo que o primeiro, porém tão ousado e molhado quanto. E interminável! As nossas cabeças trocavam de lugar, os lábios chegavam a desencostar por alguns milésimos de segundos, mas a continuação era inevitável, irresistível. Encerramos o beijo novamente, por causa do ar, da falta dele.
- Você está muito apressada. – disse. Demi riu. – Ainda é o nosso primeiro encontro. Sou mulher de família.
- Cara, que família chata essa sua. – disse Demi, fazendo bico.
- Você não tem ideia de como eles são chatos. – disse, Demi me encarou séria. Aproximei-me de seu ouvido e sussurrei. - Com exceção da minha prima, ela é muito gostosa. Mas só minha, então, não chegue perto. Sou muito ciumenta.
Com certa brutalidade, coloquei a mão na nuca de Demi e aproximei o rosto dela do meu novamente, e, comecei a beijá-la com uma vontade incrível. Demi respondeu a altura. Parecia que iríamos nos devorar. Invertemos as posições, eu fiquei em cima dela.
Os nossos beijos eram longos e exaustivos. Mas nada que uma “ronda” pelo pescoço da outra não fizesse com que recuperássemos o ar, voltávamos para os beijos em seguida. Demi me puxou mais pra si, a fim de colar mais os corpos, o que era impossível. Já estávamos absolutamente coladas. Desci a mão pela coxa dela e a puxei a mesma na minha direção. Demi gemeu entre o beijo. Separamos por conta da falta de ar, voltei a beijar o seu pescoço. Demi arranhava, com uma mão, as minhas costas por cima do meu vestido. A outra mão, sem cerimônia, foi para a minha bunda. Ela dava leves apertões, o que me estimulava a continuar os beijos. Parei aquilo com selinhos, se continuasse, iríamos parar em uma cama. E eu não queria apressar as coisas.
- Você está me provocando. – disse Demi, apontando pra mim, assim que recuperou o fôlego. Levantei os braços para o céu, como se me rendesse. Sai de cima dela e sentei ao seu lado. Ela também sentou-se e deitou a cabeça no meu ombro.
                Trocamos mais alguns beijos e caricias. Ficamos conversando sobre os nossos gostos. Na verdade, sobre os meus. Eu já sabia muito sobre ela.
- Ai meu Deus. – disse, espantada. Demi me encarou sem entender. – Estou completamente cheia de areia.
(...)
                Voltamos para dentro da boate depois de um tempo, rindo, sobre uma piada que Demi havia me contado. Vi Bruno jogado em um lugar do bar, totalmente bêbado. Dallas e Rod dançando e se beijando em um canto da boate. Os outros? Alguns tinham ido embora, outros ainda dançavam como se não houvesse amanhã.
                Peguei na mão de Demi e a puxei para dançar também. Ficamos nos provocando enquanto dançávamos. E, às vezes, eu roubava alguns selinhos dela. Avistei Larissa sentada em uma mesa, dormindo. Depois de mais um tempo dançando chamei Demi e fomos sentar lá.
- Larissa acorda. – gritei no seu ouvido. Ela deu um pulo e me olhou assustada. Demi gargalhou.
- Puta que pariu sua vadia, pra que fazer isso? – perguntou Lari, colocando uma mão no coração.
- Olha o respeito. – advertiu Demi, me abraçando. Sorri abobalhadamente, enquanto Lari arqueou uma sobrancelha.
- Ai meu Deus, acho que a bebida esta me afetando. To até vendo coisa onde não tem. – disse Larissa, voltando a deitar na mesa. Ri baixinho.

                Ficamos ali na boate por alguns minutos. Logo depois Rodrigo apareceu e resolvemos ir para casa. O ruim foi puxar Bru para levar em casa. Aquela criança grande pesava. Deixamos Bru em casa primeiro, depois Larissa, que estava dormindo, e Rodrigo me deixou em casa junto com as meninas. Levou o carro com ele e depois vinha deixar. Entramos em casa com cuidado e fomos direto para o quarto. Acho que fui a primeira a dormir...

NA: Sobre as futuras partes hot, tenham paciência comigo gente. Meu primeiro imagine ainda. kkkk >< Oq acharam do capítulo?? 

sábado, 21 de dezembro de 2013

Wish It Were You – Capítulo 6

                 Abri a porta com cuidado e fui até a sala, pude ver (seu nome) se beijando com um cara. Julguei ser esse tal de Eduardo. Que raiva. O clima entre os dois estavam esquentando... A blusa de (seu nome) foi jogada no chão. Em seguida ela parou o beijo. O encarou por alguns instantes e pegou a blusa que estava no chão.

(Seu nome) narrando.
- Caralho Edu, eu já disse. Somos apenas amigos. – disse, enquanto vestia a minha blusa. Minha sorte tinha sido que não tinha ninguém em casa.
- Foi só um beijo. – disse Eduardo, derrotado. – Você ta ficando muito chata.
- Acontece que eu estou em outra. E não sou nenhuma dessas suas putinhas que você dorme casualmente. – vociferei e vi ele bufar.
- Você sabe que só tem você para mim... – começou Edu, com a mesma ladainha de sempre.
- E eu já entendi. Acontece que para mim você é apenas um amigo. E eu já disse, estou gostando de outra pessoa. – disse, simplesmente. Vi Eduardo abrir a boca para falar alguma coisa. - E antes que você comece a me irritar, já pode sair. – apontei para a porta. Ele assentiu e saiu.
                Eu tinha uma atração por ele, mas não passava disso, não era amor. E quando a gente terminou, ele resolveu a todo custo que me teria ao menos como amiga. Ele era divertido, e não posso negar, às vezes, em festas a gente ficava. Mas não passava de beijos.
Respirei aliviada, quando olhei para o lado, para a entrada do meu quarto vi Demi.
- Achei que você tivesse saído. – disse, para Demi. Ela sorriu envergonhada e um pouco triste. Fiquei preocupada imediatamente. – Aconteceu alguma coisa?
- Não. E com você? – disse Demi, sentando no sofá. – Quer dizer, eu vi aquilo tudo, desculpa...
- Não tem problema. Ele é apenas um amigo agora, mas ele fica confundido as coisas e me tira do sério. – disse, sentando ao lado dela. – Hoje temos uma festa para ir.
- Ele vai estar lá? – perguntou Demi. Não entendi esse interesse dela nele.
- Não, não vai. – disse e vi Demi sorrir. – Você vai?
- Claro. – disse Demi. – Vou só ligar para a Dallas, ela vai com a gente, né?
- Sim senhora, o Rodrigo praticamente me fez jurar por tudo que eu iria levá-la. – disse, rindo. Demi riu também. – Acho que preciso de um banho. Você está com fome?
- Estou faminta. – disse Demi, mordendo os lábios, enquanto me olhava. Estava quase para pedi-la pra me fazer como sua escrava sexual.
- Sou toda sua. – sussurrei, no seu ouvido. Vi Demi se arrepiar. E as provocações começam.
- Cuidado que eu posso te fazer como escrava sexual. – disse Demi, gargalhando em seguida.
- Depois disso, eu preciso de um banho gelado, se não, vou te atacar aqui e agora. – disse, me levantando e indo pro quarto.
Assim que entrei vi o laptop da Demi ligado, não resisti e olhei o mesmo. A Miley, ela estava falando com a Miley via skype.

- Chamada de vídeo on –
- Acho que a Demi me esqueceu aqui. – disse Miley. – Prazer, eu sou a Miley.
- E eu sou a (seu nome). – disse, sorrindo.
- A Demi falou de você. Ela quer fazer coisas impróprias com você. – Miley disse, e eu corei.
- Sua vadia. Você perdeu o amor a vida? – perguntou Demi, ficando na frente do mesmo.
- Não, eu retiro o que eu disse. Ela não fala nada disso. – disse Miley, fazendo cara de medo e eu gargalhei.
- Vou tomar banho. Tchau Miles. – disse, acenando com a mão.
- Calma... Leva o computador da Demi pra lá e coloca de frente pro chuveiro. – disse Miley. Peguei o laptop rindo, fingindo que ia levar para o banheiro. – Obaaa!
- Sinto muito, Destiny. – disse, Demi tomando o mesmo da minha mão. – Mas isso eu não posso permitir.
- Chamada de vídeo off –

                Ouvi Miley gargalhar. Logo entrei no banheiro. Me encarei no espelho durante algum tempo. Sempre achei que o que eu sentia pela Demi era coisa de fã, mas não era, eu estava enganada. Eu a amava e queria ter-la para mim.
(...)
- Vamos logo Demi. – gritou Dallas, já arrumada para a festa.
- Só um minuto, estou terminando... – disse Demi.
- Demi, faz meia hora que você pede um “minuto”. – disse, enquanto a esperava.
Dallas e eu já estávamos arrumadas, apenas esperando Demi. Na minha cidade não tinha muitos lovatics. Digamos que as pessoas daqui preferiam bandas nacionais, o que eu sempre odiei, com exceção de algumas bandas de rock.
- Pronto, estou pronta. E nossa... Como vocês estão gatas. – disse Demi, me olhando. ( você estava assim - terceiro)
- Você está linda. – disse, e Demi sorriu. Linda, gostosa, maravilhosa e que decote, era isso que eu queria falar. É impressão minha ou estava muito quente? (demi estava assim)
- Vamos fazer um acordo? – perguntou Dallas. Assentimos curiosas. – Eu aposto que vocês ainda se pegam, aposto o 50 pratas.
- Somos primas Dallas. – disse Demi. E eu balancei a cabeça concordando.
- Então, vocês apostam? – insistiu Dallas.
- Apostado. – falei juntamente com Demi.
                Finalmente prontas pegamos o carro e fomos rumo à boate onde tinha marcado com meus amigos. Hoje a boate era apenas nossa, era uma espécie de reencontro do terceiro ano ou comemoração pelo fim do colegial. Sei lá, o que valia mesmo era que tinha uma festa.
- Isso aqui ta lotado. – disse Dallas.
- São todos ami... – disse, mas logo me arrependi. Tinha muita gente ali, alguns eu nunca tinha visto na minha vida. – São todos amigos de amigos.
Avistei Larissa, Rodrigo e algumas outras pessoas da minha antiga turma em um canto da boate. Puxei as meninas comigo, e fui à direção deles. Fiz as devidas apresentações, alguns, os que sabiam da minha queda pela Demi sorriram maliciosos para mim.
- Quer dançar gatinha? – me perguntaram. Neguei com a cabeça e o cara foi chamar Demi para dançar, que raiva.
Ela disse que não falava português e para meu azar o cara sabia falar inglês. Ele falou alguma coisa para ela que riu. Logo ela saiu para dançar com ele. Meu sorriso foi embora na hora. Estava com ciúmes? Sim, eu estava morrendo de ciúmes. E estava me controlando para não acabar com esse “carinha”, quem ele pensa que é?
- Não bebe Rodrigo. – disse, pegando o copo de Uísque da sua mão. – Você vai voltar dirigindo o meu carro.
Bebi o conteúdo do copo rapidamente, enquanto olhava para a pista de dança. Bufei ao ver Demi e o cara lá dançando de forma provocante um para o outro. Idiota, idiota e idiota, eu era uma idiota.
- Estou indo para o bar. – disse, levantando o copo no ar. – Cuide da Dallas Rodrigo.
- Larissa, vai com ela. – disse Rod. – Antes que ela encontre o Bruno.
                Bruno era o nosso amigo gay, amigo esse que adorava beber e possivelmente estaria no bar agora bebendo ou flertando com algum garoto. Lari me acompanhou, se o Bru não tivesse lá era iria me acompanhar na bebida, era sempre assim. Rodrigo era o único certinho do grupo.
- Cara (seu apelido), ela apenas está dançando com um cara. – disse Larissa, assim que chegamos ao bar.
- Está tão na cara que eu to morrendo de ciúmes? – perguntei. Ela riu. – Outra dose, por favor. – pedi ao barmen.
- Uma para mim também. – disse Bruno, ele estava do meu lado. – Então minha diva, o que aconteceu pra você estar bebendo?
Ele já estava bêbedo. Larissa apenas ria do jeito que ele falava.
- Sabe a Demi? – perguntei, ele assentiu. – Ela é minha prima e ta dançando com um cara aqui, enquanto eu to aqui morrendo de dor de cotovelo.
- Amiga do meu coração, você tem que parar de ler imagine. Eu já disse, você ta tendo alucinação. Primeiro os sonhos e agora isso. – disse Bru, enquanto bebia mais um gole do seu uísque que acabara de chegar.
- Ela está falando sério Bruno, olha lá. – disse Larissa, Bruno olhou. Me virei e os dois ainda dançavam. Onde eu fui me meter? Para que vim nessa boate?
- Ela é muito gostosa. – disse Bruno, me virei e o encarei. – Apenas acho que não existe gay perto dela.
- Caralho Bru, ajudou muito. – disse, irônica. – Palmas para você.
- Ai como você está com o humor ácido hoje. – reclamou Bruno.
- Fala sério, ela sempre ta com esse humor ai. – disse Lari.
- Eu não sei que tipo de amigos eu fui arrumar. Vocês não prestam. – disse, ainda olhando para onde Demi estava.
                Ficamos conversando ali durante um tempo. Até Bruno ficar com vontade de dançar e puxar Larissa com ele. Tinha parado de olhar para o local onde Demi estava fazia um tempo, não queria vê-la aos beijos com aquele cara. Já tinha bebido dois copos de uísque. E pedi o terceiro.

- Você não acha que está bebendo demais não? – perguntou uma voz feminina, atrás de mim... Droga. Era ela, era a Demi.

NA: Eu, sinceramente, não gostei desse capítulo. Eu ia postar ontem, mas eu escrevi e rescrevi pq não tava ficando legal. Sugestões para o próximo??

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Wish It Were You – Capítulo 5

(Seu nome) narrando.
                Demi estava animadíssima. Tive que fazer bastante brigadeiro. Pela primeira vez na minha vida eu estava cozinhando sem reclamar. Nunca tinha gostado de cozinha, sei lá, não faz meu tipo. Mas sempre sonhei em fazer brigadeiro para a Demi, e agora isso estava acontecendo. Depois de pronto coloquei pra esfriar durante um tempo, enquanto escolhíamos um filme para assistir. Optamos por “A morte do demônio”.
                Tenho que admitir, o filme mal começara e eu já estava assustada. E com nojo, tinha muitas cenas fortes. Dallas e Demi encaravam a TV, ansiosas. Estávamos todas na minha cama, no meu quarto. Peguei o brigadeiro e coloquei na minha frente, já que eu estava no meio. Vi os olhos de Demi brilhar enquanto encarava o brigadeiro, ri. Não demorou muito e começamos a comer o mesmo.
- Cara isso é muito bom. – disse Dallas, sem tirar os olhos do filme, se referindo ao brigadeiro.
- Eu sempre disse que era Dallas, meu brigadeirow é divo. – disse Demi.
- Mas quem fez o brigadeiro foi eu, então me agrade... – antes que eu pudesse terminar de falar, apareceu mais uma cena assustadora.
Gritei e me joguei no colo de Dallas. Enterrando minha cabeça no seu pescoço e a abraçando.
- Calma (seu apelido)... – disse Dallas. – É só um filme... Mas to gostando dessa posição, pode ficar ai pra sempre.
- Não vou conseguir dormir. – disse, saindo do colo de Dallas. Ouvi um gemido de protesto vindo dela. Demi revirou os olhos.
- Qualquer coisa você se agarra em mim. – disse Dallas, dando de ombros.
- É isso que eu vou fazer. – disse, a abraçando.
- Vocês vão se comer ai na minha frente mesmo? – perguntou Demi, brava, com os braços cruzados.
- Não senhora. Não faço nada com platéia. – disse, brincando. E Dallas riu. Demi me olhou, com os olhos semicerrados. – Calma, estou só brincando...
- Melhor assim. Ela é minha lovatic, ok Dallas? Tira o olho. – disse Demi, para Dallas. Enquanto eu sorria.
- Cara, você não vai correr atrás de mim com uma panela de novo não, né? – perguntou Dallas, assustada.
                Ninguém mais falou nada. Me soltei de Dallas e voltei a ver o filme, que agora estava perto do fim. Acabamos vendo mais dois filmes, ficamos conversando até as três da manhã. Esse, sem duvida, era o melhor dia da minha vida. Fui abraçada por Demi. Ela havia colocado a mão na minha barriga e a perna em cima da minha. Puxou-me para perto e acabamos dormindo assim, abraçadas.
(...)
- Acorda minha lovatic favorita. – gritou Larissa, pulando em cima de mim.
- Minha lovatic. – disse Demi.
- Desculpa Demi. – disse Lari. – Eu sempre chamo a minha vadia assim, mas ela é toda sua.
- Larissa, eu quero dormir. – reclamei. – Que droga! Você sempre me acordando.
- Eu sei que você me ama. Agora pare de chilique não sou suas negas. – disse Larissa, saindo de cima de mim e puxando o meu lençol.
- O que você quer? – perguntei, coçando os olhos.
- Owwn, isso foi tão fofo (seu nome). – disse Demi, enquanto se deitava na cama e ligava a televisão. Dallas já estava acordada e vestida, acabara de sair do banheiro.
- Hoje é dia de academia. – disse Lari. Eu bufei. – Vamos logo.
- Não vou. – disse, indo para o meu closet.
- Você não vai me deixar sozinha e tem aquele gato do Eduardo lá. – gritou Larissa, do quarto.
Sai do closet já com a roupa da academia em mãos.
- Você sabe que eu faço tudo por aquele gato. – disse, brincando. – To indo pro banheiro. – gritei.

Demi Lovato narrando.
                Droga. Ainda tinha esse tal de Eduardo? Também Demetria quem manda se apaixonar por uma garota tão linda. Deve ter um monte de cara e mulher atrás dela.
- Eu não sabia que vocês gostavam de academia. – disse, Larissa riu.
- Não, eu gosto. A (seu apelido) só vai mesmo por causa do Eduardo. Ela odeia exercício físico.
- Quem é Eduardo? – perguntou Dallas. Isso maninha, eu te amo. Boa pergunta essa.
- O ex dela, agora eles são amigos... – disse Lari. – Mas vivem se pegando nas festas.
- Ex? – perguntei.
- É Demi, ele é tipo o Joe, ex-namorado. Do verbo não é mais. – disse Dallas.
- Eu entendi. – disse, dando de ombros.
                Não demorou muito e (seu apelido) saiu do banheiro, já vestida. Aquela roupa deixava as curvas dela ainda mais definidas, ela era linda. (seu nome) pegou uma maçã na cozinha e saiu com Larissa. Tomei o café da manhã com Dallas, Mad, Dianna e o avô de (seu nome). Depois do café da manhã eles resolveram sair para conhecer a cidade, não estava com muito animo de sair de casa, acabei ficando sozinha. A mãe de (seu nome) já havia saído para trabalhar, ela era dona de uma multinacional junto com o pai de (seu nome). Viviam ocupados.
                Andei um pouco pela casa, pude notar que na parte de cima havia uma espécie de estúdio de música, tinha dois quartos de hospedes e um quarto que notei ser dos pais dela. Desci e fui para o quarto, liguei meu laptop e entrei no Skype. Precisava falar com a Destiny.

- Chamada de vídeo on –
- Fala ai, gostosa. – disse Miles, assim que conseguimos ver uma a outra.
- Eu acho que estou afim de uma pessoa. – disse, rapidamente. E vi Miley arquear uma sobrancelha.
- Sabia que você não ia resistir aos meus encantos. – disse Miley, enquanto passava a mão no seu próprio corpo.
- Não pira Destiny. – disse, rindo da dançinha que ela fazia.
- Vamos, agora é sério. Me conte quem é.
- Minha prima. – disse, quase sussurrando.
- Você vai cometer aquele crime lá da igreja que não pode se apaixonar por pessoas da família? – perguntou Miles. – Gostei disso. Afinal, eu vi a sua priminha e ela é muito gostosa.
- Olha o respeito com a minha gostosa. – disse, dando ênfase no “minha”. Foi quando eu escutei um barulho na porta de entrada da casa. – Não se mexe, vou ver quem é.
Miley fez como se imitasse uma estatua, eu gargalhei.
- Chamada de vídeo off –

                Abri a porta com cuidado e fui até a sala, pude ver (seu nome) se beijando com um cara. Julguei ser esse tal de Eduardo. Que raiva. O clima entre os dois estavam esquentando...

NA: Gente o Eduardo, não vai ser tão importante assim. Ele vai aparecer apenas agora e talvez um pouco lá na frente (imaginem ele assim, ok?) Oq vocês acham que vai acontecer agr?? ^_^

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Wish It Were You – Capítulo 4

- Por que você não disse nada antes? – perguntei, arqueando uma sobrancelha.
- É que... – (seu apelido) disse, gaguejando. Eu ri.
- Não precisa esconder nada de mim, ok? – disse, animada. – Fiquei muito feliz de saber que você é minha lovatic.
- Eu estava com medo. – disse (seu apelido) por fim. – Você não sabe quanto eu sonhei com esse dia, de te encontrar, te ver sorrir, falar com você... E eu ainda não estou acreditando, parece um sonho. Me belisca.
- Vem cá, me da um abraço. – disse, puxando (seu apelido) para perto de mim.
                Ficamos minutos assim, podia sentir a respiração descompassada dela, ela estava nervosa. E estranhamente, a minha respiração não estava tão diferente. Separamos ao escutar uma voz. Droga, queria ficar assim com ela o dia todo.
- Já está se aproveitando da Demi, (seu apelido)? – perguntou Rodrigo. Bufei, tinha que ser ele.
- Claro que não, apenas dando um abraço na minha ídola. – disse (seu nome), sorrindo. – Caralho Rod, você andou malhando?
               (Seu nome) andou até ele e começou a analisar o corpo dele. Pude vê-la morder o lábio inferior e logo começar a rir. Estava morrendo de ciúmes. Ela é minha. Demetria o que você disse? Ela é apenas sua prima e sua lovatic. Ainda...
- Estou indo me trocar. – disse, fazendo com que eles se separassem. O meu biquíni já estava em cima da cama. Peguei o fui à direção do banheiro.
- Ai. – (seu nome) colocou a mão na cabeça. – Tenho que me vestir.
Sorri. E a vi correndo para a porta do closet.

(Seu nome) narrando.
                 Aquele abraço estava tão bom. Mas que raiva do puto do Rod, ele iria me pagar. Não se pode fazer isso com uma pessoa. Isso devia ser considerado crime. Demi foi ao banheiro se vestir, o que me restou foi o closet.
- Dallas. – gritei, batendo na porta do mesmo. – Abre isso, quero me trocar.
Ouvi Demi gargalhar de dentro do banheiro.
- Já estou indo. – disse Dallas, abrindo a porta. Não pude deixar de olhar para o seu corpo. Uau. Ô família abençoada essa. – Pronto, sou toda sua. Ops, o closet é todo seu.
- Safada. - disse, e Dallas murmurou um “sempre”
Me vesti rapidamente. Escolhi um dos meus biquínis favoritos (esse aqui ó). Sai do closet e dei de cara com todos me esperando. Demi usava um parecido com o que ela havia usado na praia no Rio de Janeiro, mudando apenas a cor (esse - mudando a cor). Ai meu Deus, eu estava paralisada. Não conseguia desviar os olhos dela. E ela também me olhava. O corpo, as curvas, as tatuagens, tudo, cada detalhe... Mordi o lábio inferior.
- (Seu apelido), não tenha aqueles ataques lesbian for Demi agora. – disse Rod. Cara, eu vou matar esse menino. Vi Demi sorrir.
- É... Vamos logo? – perguntei envergonhada, já indo em direção a piscina.
Fui a primeira a entrar, logo seguida por Rodrigo, Dallas e por fim Demi.
(...)
- Não acredito que eu te venci Rodrigo. – disse, convencida. Jogamos vôlei na piscina. Eu e Demi contra Rod e Dallas.
- Não se preocupe, vamos ter a revanche. – disse Rod, voltando a conversar com Dallas.
Estávamos todos de roupão e sentados nas cadeiras que havia ao redor da piscina.
- Parece que a Dallas conquistou o coração do meu amigo. – disse, sussurrando, para Demi.
- Acho que vamos ficar de vela. – concordou Demi, no mesmo tom de voz que eu.
- Não me importaria de ficar com você. – disse, Demi me encarou. – Digo, de vela com você.
Ficamos em silêncio por um tempo. Silêncio esse que foi quebrado por Demi.
- O que acha de tirar uma foto comigo? – perguntou Demi. – Pra colocar no meu twitter, estão querendo saber sobre você.
- Tem certeza? – perguntei insegura. Ela assentiu. – Ok.
                Aproximei-me de Demi e tiramos uma foto fazendo careta. Uma dela beijando minha bochecha, outra de mim beijando a bochecha dela. E outra da gente sorrindo abobalhadas.
- Agora é só fazer uma montagem. – disse Demi, enquanto mexia no celular. Me concentrei em analisá-la, tão linda, tão perfeita, tão minha... Prima. – Qual o seu user?
- User? – perguntei, saindo dos meus devaneios.
- Do twitter (seu apelido). – disse Demi.
- Ah. – sorri. – Eu não tenho twitter pessoal, o meu é dedicado a você. Mas coloca aí (seu user).
- Ok. Vou te seguir também, ta? – perguntou Demi, eu apenas concordei.
Antes de postar a foto ela me mostrou. Tinha escrito:

“@(seu user) minha prima é gata, né gente? Amo minha lovatic.  gente? @ddlovato. to ela me mostrou. Tinha escrito:
ma dela beijando minha bochecha, outra de mim beijando a bochecha dela. E @ddlovato.”

Balancei a cabeça concordando e ela postou. Não demorou nem um segundo e o meu celular começou a apitar loucamente. E em seguida ele tocou, olhei no visor e era a Juliana, minha amiga lovatic e virtual que morava no outro lado do Brasil.
-Alô minha diva. – disse em inglês, e coloquei no alto-falante, para que Demi escutasse. – Antes que você brigue comigo o celular está no auto-falante e a Demi ta do meu lado.
O que veio a seguir foram alguns gritos.
- Calma sua vadia. – disse, mas ela continuou a gritar.
- Oi... – Demi me olhou, e eu sussurrei pra ela “Juliana”. – Oi Juliana. Primeiro se acalme, não quero que você tenha um ataque cardíaco.
- (seu apelido) eu to morrendo. Liga pra ambulância. Demi eu te amo. Ai meu Deus, to vendo a luz. – disse Juliana, já mais calma. Demi riu. – Awn, que fofa. Vou pegar ela pra mim e nunca mais soltar (seu apelido).
- Ei, mais respeito com a minha “marida” – disse a ultima palavra em português.
- Sua o quê? – perguntou Demi.
- Sua esposa. – disse Juliana. Demi riu e eu fiquei vermelha. – (Seu apelido) te ama, te ama muito. Você deve definitivamente se casar com ela. Ela já se sente casada com você.
Engoli a seco, e Demi apenas sorriu.
- Juliana, qual foi o tipo de bebida que você tomou? – perguntei, tentando pensar no que falar.
- Nada, apenas disse o que você sempre me diz. – respondeu Juliana, simplesmente.
- Acho que você esta falando demais por hoje. Vou ter que desligar. – menti. Vi Juliana rir. – É sério, depois a gente conversa moçinha.
- Ok. Te amo Demi, e cuida ai dessa menina. – disse Juliana. – Tchau vadia, também te amo.
- Também te amo. – respondi.
- Tchau Juliana. – disse Demi, simpática.
               Encerrei a ligação. Eu podia jurar que tinha desaprendido a falar, estava nervosa. Droga, tudo isso culpa da ‘bocuda’ da Juliana. Eu ia matar aquela menina.

Demi Lovato narrando.
                       Uau. Tinha amado conversar com essa Juliana, minha lovatic. (Seu apelido) estava encarando a piscina, como se procurasse algo para falar. A conversa, mais precisamente a fala de Juliana passava na minha cabeça. Esposa? Me amava muito? Balancei a cabeça e sai do pequeno transe quando vi Dallas nos chamar.
- Vamos logo, estou com fome. – disse Dallas. – Já está ficando escuro.
- Adoraria comer uma pizza agora. – disse (seu nome), sorrindo.
- Eu vou pedir pra você. – disse Rodrigo. – Mas com uma condição...
- O que você quer? – perguntou (seu nome), cruzando os braços.
- Quero ouvir você cantar. – disse Rodrigo. (Seu nome) o encarou, como se pensasse.
- Hoje não Rodrigo, sinto muito. – disse (seu apelido), por fim.
Droga. Queria vê-la cantar.
- Pode ser um beijo... – disse Rod. (Seu nome) gargalhou, enquanto Dallas e eu ficamos sérias.
- Claro que não querido. – disse (seu nome), respirei aliviada. – Agora ligue pra essa porra de pizzaria Rodrigo. – disse (seu nome), séria, com a voz grossa. Aquilo era sexy.
- Ok... Ok... – disse Rodrigo, pegando o celular.
(Seu nome) sorriu vitoriosa e entrou no seu quarto.
(...)
                       Tomamos um banho, separadamente é claro, e nos arrumamos. Rodrigo se vestiu com uma das roupas que havia ali, e por sinal, tinha muitas roupas dele ali. Bufei. Será que eles tinham uma amizade colorida? E aquele beijo que ele pediu? Que raiva. A pizza não demorou a chegar, mamãe e Mad se juntaram a nós. Mad pediu para usar o computador da (seu nome). No papel de parede do mesmo tinha uma foto dela, da Larissa e do Rodrigo. Eles pareciam bem felizes e riam de alguma coisa.
                       Assim que acabamos de comer Rodrigo foi embora, dizendo que qualquer dia voltaria. Pedi mentalmente pra que aquele qualquer dia demorasse. Não é que eu não tivesse gostado dele, pelo contrario ele era legal. Mas ele e a (seu nome) pareciam ter algo especial, e aquilo me deixava com medo.
- Então... Enfim sós. – brincou Dallas, assim que (seu nome) sentou ao nosso lado.
- Vamos ver um filme? – perguntou (seu apelido).
- Vamos. – falamos Dallas e eu, em uníssono.
- Você faz a pipoca. – disse (seu apelido), para Dallas. – Você pega o refrigerante. – disse (seu nome), para mim. – E eu faço o brigadeiro.
- Brigadeirow? – perguntei. Ela assentiu sorrindo. – Vai, vamos. Eu quero meu brigadeiro.

NA: Hoje faz 5 anos de La la land. \õ/ E eu ainda fico sem ar na hora do MACHIIIIIIIIINE. Enfim, quando vocês querem que aconteça o primeiro beijo? Daqui um tempo. Ou logo?